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Seguro para o Fim do Casamento: Funcionaria?

Seguro para o Fim do Casamento: Funcionaria?
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Um seguro é como uma garantia para que, em casos inesperados de problemas envolvendo as finanças de alguém, esta pessoa possa recorrer ao seguro para obter uma ajuda financeira, temporária. Em todo tipo de seguro a pessoa paga um valor pela apólice e tem o direito de poder utilizar esta ajuda em casos específicos estipulados em contrato. Um seguro automotivo, por exemplo, é importante para que a pessoa que sofreu um acidente e bateu o carro possa reparar o veículo com a ajuda da seguradora.

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Agora, imagine situações mais inusitadas e curiosas que poderiam ser cobertas por um seguro. A grande maioria dos seguros serve para cobrir despesas em relação a problemas com coisas materiais, como um carro, uma casa, um computador, uma moto ou, até mesmo, seguros de eventos, como os de uma festa de aniversário (sim, é possível fazer o seguro da sua festa de debutante, por exemplo). Mas um seguro que cubra uma situação, um acontecimento, é algo mais complicado.
Um destes exemplos seria o seguro para divórcio. Um cliente de uma corretora de seguros deu esta ideia. Mas como será que isso funcionaria? E seria viável?

Por que um seguro para divórcio?

A necessidade de se criar um seguro para casais divorciados vem do fato de que muitos destes casais acabam tendo dificuldades financeiras depois de se separar. Um dos dois deve sair de casa e procurar outro lugar para morar, o que envolve custos. Ter que comprar um novo automóvel, novos móveis, custas com o processo na justiça e até problemas de saúde poderiam ser cobertos por um tipo de seguro até então inexistente, mas que poderia ter boa aceitação no mercado. Existem alguns pontos a serem observados. Entenda os motivos;

Viabilidade

Em primeiro lugar, um seguro para divórcio deveria ser bem planejado e bem estruturado dentro de todos os parâmetros legais que regem os seguros. Feito isso, seria preciso avaliar a viabilidade deste tipo de produto. Isso porque a taxa de divórcios no Brasil é altíssima. E quando algo acontece com muita frequência, o seguro fica muito mais caro. É o mesmo caso de um seguro automotivo que custa muito caro para jovens motoristas: a taxa de acidentes é muito maior para pessoas mais jovens.

Em segundo lugar, uma apólice de seguro só é viável se muitas pessoas aderirem ao produto. Assim, com um grupo de pessoas pagando a apólice, seria possível cobrir os custos quando um dos clientes utilizasse seus benefícios. Esta situação é imprescindível em qualquer tipo de seguro.

Segurança contra fraudes

Vários pontos do contrato deveriam ser criados com base em muito estudo da lei e do que realmente costuma acontecer num país como o Brasil: tentativas de fraudes. Casais poderiam se aproveitar do seguro, casar, contratar o produto e logo em seguida se separar apenas para usufruir dos benefícios. Para evitar este tipo de problema, seria necessário criar normas para a utilização do seguro, estipular prazos de carência e até criar benefícios gradativos em relação ao tempo no seguro (uma hipótese);

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